Os 40 anos da Federação Portuguesa de Canoagem (FPF) vão ser celebrados no sábado em Aveiro com um congresso no qual a modalidade pretende “avaliar o presente e projetar o futuro”.

“A canoagem está num patamar muito elevado. Preocupa-nos sempre o futuro, pelo que, se queremos que seja ainda melhor, teremos de definir caminhos para o que desejamos daqui a 10 anos”, disse à agência Lusa o presidente da FPC, Vítor Félix.

O Centro de Congressos de Aveiro será o palco do evento que vai juntar diversos presidentes de federações, nacionais e estrangeiros, de distintas modalidades, bem como responsáveis do desporto escolar e da associação de empresas de animação turística.

A sustentabilidade das organizações desportivas e contributos para a massificação da modalidade são os dois grandes temas de debate, além de workshops específicos sobre regulamentos.

“A FPC vive um estado de maturidade ímpar. Passa pelo período mais alto da sua história. Temos campeões da Europa e do Mundo, medalhados olímpicos, organizámos, com brilhantismo, as principais provas internacionais das diversas disciplinas. Manter o nível é complicado, mas o desafio é superá-lo”, vincou Vítor Félix.

A canoagem é a modalidade que de momento tem mais atletas portugueses apurados para os Jogos Tóquio2020, com sete, seis na pista e um no slalom, nomeadamente Fernando Pimenta, Emanuel Silva, João Ribeiro, Messias Baptista, David Varela e Teresa Portela, bem como Antoine Launay nas águas bravas.

Em maio, a seleção vai procurar acrescentar vagas em K1 e K2 500 feminino, K1 200 e C1 2000 masculino, além de tentar voltar a levar José Carvalho à prova olímpica de C1 no slalom, na qual foi nono no Rio2016.

Norberto Mourão vai estrear a canoagem nos Jogos Paralímpicos, contudo há a esperança de engrossar a equipa também nesta vertente.

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