A 103.ª edição da volta a Itália em bicicleta já tem um traçado definitivo com um novo início a 3 de outubro na Sicília, quatro grandes etapas de montanha e um contrarrelógio no último dia, a 25.

A ilha do Mediterrâneo vai albergar as quatro primeiras tiradas – no primeiro formato, pré-covid-19, a competição ia começar na Hungria -, sendo a inaugural um contrarrelógio e a terceira com uma chegada ao vulcão Etna.

Nas alterações registo ainda para uma nova chegada a Matera e no alto de Rocaraso, nas sexta e nona etapas, respetivamente.

Das quatro tiradas na alta montanha somente três terminam em altitude, em Madonna di Campiglio (17.ª), Laghi di Cancno (18.ª) e, sobretudo, Sestrière (20.ª).

Este penúltimo desafio da competição, com as subidas ao Col d’Agnello, a 2.732 metros de altitude, Col d’Izoard e Col de Montgenèvre, antes do final em Sestrière, só não decidirá o vencedor, face o crono do derradeiro dia.

Um contrarrelógio de 15,7 quilómetros entre Cernusco sul Naviglio e Milão.

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