Os atletas da selecção nacional admitiram nesta sexta-feira, em Pequim, que a equipa está a passar por mau momento competitivo no mundial da China, caracterizado pela ineficácia e prática de um basquetebol incaracterístico.

Em declarações à imprensa, no final do desaire com Irão (62-71), o poste Divaldo Bunga, o extremo Leonel Paulo e o base Leandro Conceição convergiram as ideias, considerando não ter sido ideal a prestação do grupo na competição.

“Faltou jogar melhor basquetebol, com velocidade e contra-ataque, começando com boa defesa, e não fomos capazes de fazer isso”, afirmou Bunga, augurando postura diferente frente à Tunísia.

Para outros jogadores, o problema reside, entre outros, na falta de consistência da equipa no decurso dos 40 minutos, pois tem feito boa primeira parte, mas acaba por ceder no terceiro e último período.

“Sinceramente não sei o que se passa para não fazermos terceiro período consistente. Também tem a ver com a condição física, mas agora não temos muito por chorar. É levantar a cabeça para seguir em frente”, afirmou.

Leandro referiu que os erros cometidos são pagos no final, apelando as necessárias correcções para superar os adversários.

Em quatro jogos, Angola tem uma vitória, e com poucas possibilidades de se apurar aos Jogos Olímpicos, comparativamente a adversária de domingo (Tunísia), que soma duas vitórias na competição, tal como a Nigéria.

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