O Movimento Olímpico Europeu (EOM) “continuou próximo e conectado” durante a pandemia da COVID-19, congratulou-se hoje o presidente dos Comités Olímpicos Europeus (EOC), Janez Kocijancic.

“Permanecer conectado enquanto se está isolado durante a pandemia da COVID-19 é um valor agregado que não pode ser subestimado”, elogiou o esloveno, confiante de que o EOM permanece “inabalável” apesar do contexto de crise internacional.

O dirigente assegura que nada mudou no organismo em termos de funcionalidade devido à covid-19 – “fazemos tudo o que fazíamos antes da pandemia” -, o mesmo acontecendo com a generalidade dos 50 comités olímpicos nacionais europeus, cujo trabalho exaltou, nomeadamente o de “ficar conectado e partilhar as melhores práticas”.

Janez Kocijancic reconheceu as especificidades de cada país, contudo, depois de ouvir cada organismo nacional, o EOM identificou dois “problemas universais” a todos comum, nomeadamente “a falta de receitas devido à ausência de eventos desportivos e o acesso limitado de atletas do alto rendimento às instalações desportivas”.

O dirigente parabenizou os comités olímpicos nacionais pelas “respostas” e “melhores práticas na assistência aos atletas nas suas rotinas de treino” e desafiou à partilha de experiências “em benefício de todas as partes interessadas no desporto europeu”.

Agora que a pandemia está “a diminuir gradualmente” e se está a verificar uma “certa liberalização” das atividades desportivas, exortou os vários agentes desportivos a seguir as recomendações nacionais e a aproveitar os seus programas criados para sobreviver à crise.

O EOC entende que as suas diretrizes podem esbarrar na “soberania nacional”, pelo que as suas recomendações “podem não ser aplicáveis ou aprovadas em todos os países europeus”.

Kocijancic termina a congratular os vários atores do Movimento Olímpico Europeu pela “solidariedade demonstrada e pela disposição em ajudar aqueles que mais precisam”.

“Da mesma forma, se um comité olímpico nacional se encontrar numa situação precária, não hesite em entrar em contacto connosco e faremos tudo o que pudermos para ajudar”, concluiu.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 257 mil mortos e infetou quase 3,7 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Mais de um 1,1 milhões de doentes foram considerados curados.

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