Francisco J. Marques garantiu no Porto Canal que o FC Porto vai recorrer do castigo de um jogo a porta fechada, aplicada pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, por ofensa corporal a um agente desportivo na final da Taça de Portugal, em maio de 2019, frente ao Sporting.

"Há alguma surpresa pela forma como a notícia é difundida, pois só meias hora depois de ter surgido em publico o FC Porto foi notificado. A Federação deveria rever esta situação, mas não concordamos com o castigo e o FC Porto vai legitimamente usar o direito que tem para recorrer", começou por explicar o diretor de comunicação do FC Porto.

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"Ao que me foi explicado pelo nosso departamento jurídico é que a aplicação da norma é bastante duvidosa. O que diz a norma é que este castigo é aplicado quando há agressões no relvado e nas zonas técnicas. O local onde o senhor agente foi agredido não foi na zona técnica nem no relvado e será outra norma que terá de ser aplicada. E não é um jogo à porta fechada mas uma multa. Agora temos de aguardar", explicou.

Além do recurso, os 'dragões' devem ainda avançar com uma providência cautelar junto do Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) para suspender a pena.

Em casos anteriores e semelhantes, a FPF não se opôs ao efeito suspensivo das providências cautelares.

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