O Cova da Piedade acusou hoje a SAD do clube da II Liga portuguesa de futebol de ignorar “por completo” os avisos de “uso excessivo” do relvado, causando a interdição do ‘tapete’ por parte da Liga.

Em reação a um comunicado em que a SAD aponta o presidente dos piedenses como responsável pela interdição do relvado do Estádio José Martins Vieira, devido à “falta de manutenção”, Paulo Veiga assegurou que a Liga Portuguesa de Futebol e a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) têm seguido “toda a evolução” do processo.

“A SAD foi várias vezes interpelada para o uso excessivo do relvado, que poderia levar a esta situação. Nunca respondeu, ignorando por completo os avisos”, assegurou Paulo Veiga, num outro comunicado, assinado em nome da direção do clube.

O líder do clube da margem sul do Tejo sublinhou, ainda, que o planeamento dos trabalhos de manutenção do relvado “é do conhecimento da SAD, assim como da FPF e da Liga”, e ‘contra-atacou’, apelidando as acusações da SAD como “uma diversão difamatória e sem qualquer argumento válido" para que sejam ignorados os resultados desportivos.

“Os sócios já entenderam os objetivos deste comunicado e não esquecem a forma como foram tratados, nos últimos tempos, nas redes sociais, onde, num país de liberdade, se fazem calar as vozes de discordância da incompetência demonstrada”, refere a missiva publicada pelo clube.

A finalizar, o comunicado do Cova da Piedade sugere à SAD que informe os sócios “porque não entrega ao clube as verbas, provenientes da UEFA, dirigidas à formação percentual na venda de jogadores” e acusa a administração da SAD de continuar sem entender que “os acordos assinados são para cumprir”.

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