Yacine Brahimi terminou a sua passagem pelo FC Porto este verão. Em 215 jogos pelos 'dragões', o argelino marcou 54 golos e fez 18 assistências.
Em entrevista ao 'O Jogo', o avançado fez o balanço de cinco épocas na cidade invicta, que lamenta que não tenham sido recheadas de mais títulos além do Campeonato Nacional e da Supertaça em 2018, dizendo ainda que a derrota na final da última edição da Taça de Portugal frente ao Sporting foi a mais complicada "de digerir e de engolir".

O avançado revelou que não existiu nenhuma proposta formal da direção do clube para a renovação. Apesar de admitir que gostaria de ter continuado no clube, a decisão era complicada: "Por um lado queria renovar, por outro queria conhecer algo diferente, até pela minha família. Queria outro desafio,(...)."

Em comentário aos rumores de uma proposta do Benfica durante o mercado, Brahimi foi perentório: "(...) o Benfica seria uma questão que nem se colocava. Fiquei adepto do FC Porto e, sinceramente, há coisas mais importantes que o dinheiro.”

O argelino, que diz ter ficado apaixonado pela cidade do Porto tal como a sua família, abordou ainda a boa relação com Sérgio Conceição que, apesar de algumas frustrações, diz ser responsável por ter conseguido devolver a motivação não só a ele como ao resto da equipa: “Quando ele [Sérgio Conceição] chegou ao FC Porto (…) conseguiu devolver a alma que faltava ao grupo”.

O final da última temporada do jogador no FC Porto ficou marcada pelo enfarte do miocárdio sofrido por Casillas, situação que não foi fácil para o plantel dos ‘dragões’: “Foi muito complicado. Mexeu com todos nós, porque podia ter acontecido a qualquer um. Tentámos fazer tudo por ele, apesar do que sentimos. Reagimos como uma família para o ajudar.”

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