Sem as ‘estrelas’ Megan Rapinoe, Alex Morgan e Rose Lavelle, todas lesionadas, foi Carli Lloyd que esteve em destaque, ao marcar aos 22 e 32 minutos, o segundo golo de grande penalidade.

A avançada, de 37 anos, chegou aos 117 golos na seleção e ao seu 12.º este ano, depois de já ter marcado na sexta-feira, no primeiro particular diante da seleção portuguesa, que as norte-americanas venceram em Filadélfia, por 4-0.

No jogo de terça-feira, no Estádio Allianz, em Saint-Paul, Minnesota, Lindsey Horan fechou a contagem aos 90+3 minutos, com um golo de cabeça a cruzamento de Christen Press, a jogadora com mais assistências (11) este ano na seleção norte-americana.

O jogo também simbolizou um recorde para a selecionadora Jill Ellis, que já anunciou que irá deixar o comando da seleção campeã mundial, com a treinadora a chegar às 105 vitórias pela equipa, igualando o recorde que pertence a Tony DiCicco, técnico entre 1994 e 1999.

As campeãs mundiais fizeram diante de Portugal o terceiro de cinco jogos particulares, desde o título conquistado em França, e na sexta-feira o jogo teve uma assistência de 49.504 adeptos, a maior num encontro particular da equipa feminina.

Esta digressão comemorativa dos Estados Unidos continuará com dois particulares diante da Coreia do Sul, em outubro, em Charlotte e Chicago, enquanto Portugal iniciará na Albânia a qualificação para o Euro2021.

“Sabíamos que estes jogos frente às melhores teriam um nível de dificuldade extremo. Fomos crescendo para contrariar as adversidades, mas temos de continuar a crescer no apuramento. Vamos ter pela frente oito finais [frente a Albânia, Escócia, Chipre e Finlândia, a partir de 04 de outubro]", disse no final do jogo o selecionador português, Francisco Neto.

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