O Correio da Manhã escreve na edição impressa desta quinta-feira que um agente da PSP que está a ser julgado no mesmo processo de Paulo Pereira Cristóvão e Mustafá garantiu ontem, no tribunal de Cascais, que o líder da Juve Leo quis assaltar as bilheteiras do Sporting para compensar um roubo falhado na casa de um administrador do BPN, onde se encontravam três milhões de euros.

Segundo o diário generalista, Luís Conceição, agente da esquadra de Investigação Criminal da PSP de Almada, confessou ter participado em quase uma dezena de roubos, feitos como se tratassem de rugas policiais, com recurso a mandatos forjados.

Num destes roubos, o alvo era a casa de Manuel Eugénio Neves dos Santos, um dos principais acionistas do banco BPN, na avenida do Brasil, em Lisboa. O assalto acabaria por não ser concretizada.

"De acordo com a informação do Mustafá, guardava mais de três milhões de euros sob o soalho. Mas quando lá fomos e levantámos os tacos não havia nada. Saímos dali e fomo-nos encontrar com ele e o irmão junto ao estádio de Alvalade. O Mustafá ficou incrédulo por não haver dinheiro no local e disse que, para compensar, íamos assaltar as bilheteiras do Sporting", disse o agente Luís Conceição em tribunal.

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